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Foi Jean Rhys com o seu livro "Vasto Mar de Sargaços" que me conduziu à leitura deste clássico da literatura inglesa.
"Vasto Mar de Sargaços" é um título escrito em 1996 onde a autora imagina a história de uma das personagens de Jane Eyre, enquanto prequela, história essa que funciona como "spoiler" a este livro. Até o pequeno gesto de ler a sinopse de "Vasto Mar de Sargaços" já revela demasiado da história de Jane Eyre pelo que não façam o percurso como eu o fiz. Se tiverem interesse nestes dois maravilhosos livros, primeiro leiam Jane Eyre e só depois o "Vasto Mar de Sargaços".
Este foi um dos motivos pelos quais Jane Eyre esteve alguns anos na estante a aguardar ser lida: os spoilers. Não só pela leitura de Vasto Mar de Sargaços, mas por ser um clássico tão tão conhecido que é difícil para quem ande neste mundo dos livros partir para ela em desconhecimento total do que se trata. No mundo dos livros e não só! Porque até num videojogo este título me apareceu, no jogo Infamous Second Son onde comparavam Jane Eyre ao personagem principal do livro "À Espera no Centeio" de J.D. Salinger. Pensava assim já saber do que tratava o livro e como era a sua história, pelo que pouca vontade tinha de o ler.
"Vasto Mar de Sargaços" é um título escrito em 1996 onde a autora imagina a história de uma das personagens de Jane Eyre, enquanto prequela, história essa que funciona como "spoiler" a este livro. Até o pequeno gesto de ler a sinopse de "Vasto Mar de Sargaços" já revela demasiado da história de Jane Eyre pelo que não façam o percurso como eu o fiz. Se tiverem interesse nestes dois maravilhosos livros, primeiro leiam Jane Eyre e só depois o "Vasto Mar de Sargaços".
Este foi um dos motivos pelos quais Jane Eyre esteve alguns anos na estante a aguardar ser lida: os spoilers. Não só pela leitura de Vasto Mar de Sargaços, mas por ser um clássico tão tão conhecido que é difícil para quem ande neste mundo dos livros partir para ela em desconhecimento total do que se trata. No mundo dos livros e não só! Porque até num videojogo este título me apareceu, no jogo Infamous Second Son onde comparavam Jane Eyre ao personagem principal do livro "À Espera no Centeio" de J.D. Salinger. Pensava assim já saber do que tratava o livro e como era a sua história, pelo que pouca vontade tinha de o ler.
A edição que tinha na estante também não ajudava a que me sentisse com vontade de o ler: uma edição da Penguin muito velhinha e amarela, algo danificada e com as letrinhas muito muito pequeninas que tinha comprado numa venda solidária (para ajudar amigos patudos) durante umas férias no Algarve há anos atrás (penso que terá sido adquirido em 2014, mas não tenho a certeza).
Ainda outro motivo que prolongava o estado "não lido" deste livro, era o facto de não ter gostado particularmente do livro O Monte dos Vendavais da sua irmã Emily Brontë, quando toda a gente, ou pelo menos a grande maioria dos leitores, adora este livro. Receava que a minha experiência decepcionante com Emily poderia repetir-se com esta sua irmã.
Ainda outro motivo que prolongava o estado "não lido" deste livro, era o facto de não ter gostado particularmente do livro O Monte dos Vendavais da sua irmã Emily Brontë, quando toda a gente, ou pelo menos a grande maioria dos leitores, adora este livro. Receava que a minha experiência decepcionante com Emily poderia repetir-se com esta sua irmã.
Por fim, foi por causa de um desafio literário que acabei por me aventurar nesta leitura. O desafio, que decorreu no BookTube em Outubro de 2018 (#victober) é um desafio criado pela Katie @ Books and Things que desafia os leitores a lerem livros da Era Vitoriana durante o mês de Outubro. Tive conhecimento deste desafio através de uma booktuber portuguesa, a Bárbara do canal Delicada Como Um Elefante. Achei imensa piada ao video dela sobre este desafio porque apenas com este livro (Jane Eyre) conseguiria cumprir todas as categorias do desafio proposto :), e deu-me assim o "empurrãozinho final" para finalmente "desencalhar" esta leitura!
Linked synopsis...
"Considerada uma obra-prima da literatura inglesa, Jane Eyre é um romance da escritora inglesa Charlotte Brontë, publicado no século XIX, mais precisamente em 1847. Jane Eyre é uma autobiografia ficcionada da protagonista que, depois de uma infância e adolescência desprovidas de afecto, se torna preceptora em Thornfield Hall e se apaixona pelo seu proprietário, Mr. Rochester. Plenamente correspondida nos seus sentimentos, Jane julga ter encontrado o amor por que ansiara toda a vida, mas Thornfield Hall esconde um segredo tenebroso que ameaça ensombrar a sua felicidade. Numa atmosfera misteriosa e inesquecível, acompanhamos esta heroína de espírito puro e apaixonado, que trava uma luta interior constante para se manter fiel às suas convicções e a si própria. Uma história sobre a liberdade humana, repleta de elementos dramáticos (incêndios, tempestades, tentativas de homicídio) que compõem uma atmosfera de mistério e suspense."
fonte: wook
Linked opinion...
Que leitura incrivelmente surpreendente e contrária a todas as minhas expectativas! Um livro a que atribuí 5 estrelas, uma das melhores leituras de 2018 e uma das melhores personagens literárias que encontrei ao longo da minha vida de leitora.
Adorei esta personagem Jane Eyre. Mais do que o enredo, que não me trouxe assim motivos de grande surpresa ou admiração, foi ela, a protagonista, que fez com que este livro fosse para mim uma das leituras mais memoráveis de sempre.
Ao fim de pouquíssimas páginas de leitura, uma Jane Eyre ainda criança entrou no meu coração e apesar de entretanto já ter crescido, ainda não saíu :).
Todos os motivos referidos no início deste post e que me haviam feito recuar durante anos perante esta leitura, tornaram-se insignificantes, e alguns desses motivos até sofreram um volte-face: transformaram-se em aspectos positivos e motivadores!
Por exemplo o facto de já conhecer grande parte da história tornou-se insignificante, uma vez que não era a história em si mesma que me estava a prender, mas sim a forma como Jane Eyre ia reagindo aos acontecimentos. A estrutura mental desta personagem é impressionante, mesmo desde criança. A forma como ela se vai comportando, como vai enfrentando cada obstáculo na sua vida, como se vai auto-regulando emocional e cognitivamente, como consegue construir-se, decidir a sua vida, manter uma estrutura de pensamento original e única, independente da validação ou dos conformismos sociais, todas estas características e capacidades de Jane Eyre foram para mim deveras impressionantes. E tudo isto sem perder a noção de tudo o que a rodeia e condiciona, do real, da sociedade, do seu lugar, dos seus defeitos e mais-valias, e sem perder a sua sensibilidade, a sua empatia, a sua capacidade de amar, sem nunca perder o que há de mais belo num ser humano. O grau de profunidade instrospectivo presente nesta narrativa fez-me acreditar que muitas das características do pensamento da própria autora tinham sido transferidas para a sua personagem Jane Eyre. Isto fez com que no decorrer da leitura, a minha admiração fosse aumentando, quer por Jane Eyre, quer pela sua criadora, Charlotte Brontë.
Quanto à minha edição ser no inglês original, um livrinho de bolso muito antigo, muito manuseado e amarelado, características que antes de começar a ler considerava como possíveis entraves a uma boa experiência de leitura, ganharam todo um novo significado. A meio da leitura tive acesso a uma edição em português deste livro, das edições Romano Torres e verifiquei como se havia perdido do inglês para o português vários aspectos importantes do texto original, e sobretudo a voz de Charlotte Bronte, a sua forma de escrever. Fiquei pois muito feliz por ter acesso ao que ela escreveu de facto e quando leio agora algumas opiniões de leitores que alegam que a escrita de Charlotte Brontë é uma escrita demasiado simples e sem beleza, eu tenho a certeza que não a leram no original.
Por tudo o que atrás disse e por muito mais: por ser um clássico intemporal; por ser um dos melhores romances da Era Vitoriana; por ser um retrato da sociedade da época; por falar de temas fortes como o papel da mulher, a hipocrisia da Igreja, as diferenças de classes, etc, etc...por tudo isso também, mas para mim... o melhor motivo que vos posso dar para ler este livro é: conhecerem esta personagem incrível que é Jane Eyre.
Nota: Gostei tanto tanto do livro que ia fazer um video de opinião apenas sobre Jane Eyre (até anunciei que o faria no canal), mas a interacção que se proporcionou aquando da leitura deste livro entre eu, a Bárbara e a Filipa (pois todas o havíamos lido ou relido na mesma altura) levou a um "live" no Booktube de discussão da obra a três. Tomei a liberdade de colocar aqui essa discussão, que está dividida em duas partes, sendo a primeiro sem spoilers pelo que podem ver sem receio pois é alertado durante o video antes de passar a conter spoilers. Também por esta interacção que este livro proporcionou, para além de tudo o resto, será sem súvida um livro inesquecível para mim. Fui tonta em deixar tanto tempo na estante por ler uma obra assim, mas esta interação que se proporcionou nesta altura entre mim, a Filipa e a Bárbara valeram bem todos esses anos "perdidos" :).
![]() |
| Um clássico maravilhoso que aconselho vivamente! Jane Eyre é uma das melhores personagens literárias que até hoje tive o prazer de encontrar! |
Linked books...
Agnes Grey - Anne Brontë - livro mencionado nas notas.
Anna Karenina - Liev Tolstoi - livro mencionado na introdução.
Arabian Nights (As Mil e Uma Noites)
Barchester Tower´s - Anthony Trollope - esta obra e duas das suas personagens foram mencionadas nas notas : Mrs. Proudie e Mr. Slope.
Cranford - Elizabeth Gaskell - livro mencionado nas notas.
Eneida - Virgílio - O autor foi mencionado e este título foi o escolhido para representar a referência feita, por já se encontrar na nossa lista de livros a serem lidos.
Fausto - Johann Wolfgang Goethe - referenciado nas notas: "The dog who followed Faust amd turned out to be Mephisto"
Daniel Deronda - George Eliot - livro mencionado nas notas.
Anna Karenina - Liev Tolstoi - livro mencionado na introdução.
Arabian Nights (As Mil e Uma Noites)
Barchester Tower´s - Anthony Trollope - esta obra e duas das suas personagens foram mencionadas nas notas : Mrs. Proudie e Mr. Slope.
Cranford - Elizabeth Gaskell - livro mencionado nas notas.
Eneida - Virgílio - O autor foi mencionado e este título foi o escolhido para representar a referência feita, por já se encontrar na nossa lista de livros a serem lidos.
Fausto - Johann Wolfgang Goethe - referenciado nas notas: "The dog who followed Faust amd turned out to be Mephisto"
Daniel Deronda - George Eliot - livro mencionado nas notas.
David Copperfield - Charles Dickens - Este livro foi mencionado na introdução. Foi mencionado também nas notas, bem como o seu autor, e David, o personagem principal deste livro . Já aqui no blogue foi lida uma versão infanto-juvenil de David Copperfield pelo Alípio, colaborador deste blogue. Contudo, por ter uma versão integral e original na estante e também por se tratar de uma releitura que gostaria de fazer, opto por criar esta nova ligação.
Framley Parsonage - Anthony Trollope - livro mencionado nas notas.
Goldsmith´s History of Rome - Oliver Goldsmith
Framley Parsonage - Anthony Trollope - livro mencionado nas notas.
Goldsmith´s History of Rome - Oliver Goldsmith
Great Expectations - Charles Dickens (O autor e Pip, o personagem principal desta obra foram mencionados nas notas)
Gulliver´s Travels - Jonathan Swift
La Ligue des Rats - La Fontaine (em Fábulas de La Fontaine)
Life of Burns - John Stuart Blackie - livro mencionado nas notas.
Lives of The Most Eminent English Poets - Samuel Johnson - livro mencionado por duas vezes nas notas.
Marmion - Walter Scott - Marmion foi mencionado no texto e nas notas, tendo sido também citado no texto o poema Norham Castle de Walter Scott que é parte integrante do livro Marmion:
"DAY set on Norham’s castled steep,
And Tweed’s fair river, broad and deep,
And Cheviot’s mountains lone:
The battled towers, the donjon keep,
The loop-hole grates where captives weep,
The flanking walls that round it sweep,
In yellow lustre shone."
MacBeth - William Shakespeare - foi mencionado e citado, no texto e nas notas: "After life´s fitful fever they sleep well"
Mansfield Park - Jane Austen (nas notas este título foi mencionado, bem como a seguinte referência a uma personagem: "Fanny´s Childhood in Mansfield Park")
Much Ado About Nothing (Muito Barulho por Nada) - William Shakespeare
Middlemarch - George Eliot - este título foi mencionado nas notas, bem como um dos seus personagens: Mr. Bulstrode
O Barba Azul - Charles Perrault
Os Bandoleiros - Friederich Schiller - Schiller foi mencionado, foram mencionados os personagens Franz e Daniel e também esta obra foi citada duas vezes:
"Da trat hervor einer, anzusehen wie die sternen nacht" e "Ich wäge die gedanken in der schale meines zornes und die werke mit dem gewitche meines Grimms"
Oliver Twist - David Copperfield (Este livro, o seu autor e Oliver, o personagem principal desta obra, foram mencionados nas notas)
Pamela - Samuel Richardson
Persuasion - Jane Austen (mencionado nas notas)
Portrait of an Age: Victorian England - G.M. Young (mencionado nas notas)
Pride and Prejudice - Jane Austen - livro mencionado na introdução.
Shirley - Charlotte Brontë (das notas: "Charlotte's Industrial Novel Shirley")
The Bleak House - Charles Dickens (O autor e Esther, a personagem principal desta obra foram mencionados nas notas)
The Corsair - Lord Byron - livro mencionado nas notas.
The Daisy Chain - Charlotte M. Yong - livro mencionado nas notas.
The Fool of Quality Or, The History of Henry Earl of Moreland - Henry Brooke
The Heir of Redclyffe - Charlotte M. Yong - livro mencionado nas notas.
The History of Rasselas, Prince of Abissinia - Samuel Johnson livro mencionado no texto e nas notas.
The Last Chronicle of Barset - Anthony Trollope - livro mencionado nas notas.
The Lay of The Last Ministrel - Walter Scott - esta obra de Walter Scott foi mencionada nas notas e também citada no texto:
"The air was mild, the dew was balm" |"Look to the river. Looked to the mills"
The Life of Charlotte Brontë - Elizabeth Gaskell - livro mencionado na introdução e nas notas.
The Life of Francis Place - Graham Wallas (obra mencionada nas notas)
The Life of Samuel Jackson, L.L.D - James Boswell - obra que foi mencionada nas notas.
The Moonstone - Wilkie Collins (mencionado nas notas)
The Newcomes - William Makepeace Thackeray (mencionado nas notas)
The Pickwick Papers - Charles Dickens - obra mencionada nas notas.
The Professor - Charlotte Brontë - livro mencionado na introdução.
The Scornful Lady - Francis Beaumont and John Fletcher - houve uma referência a "Abigails" sendo Abigail o nome de uma heroína desta peça, senhora que representava o papel de criada de quarto (informação de nota de rodapé)
Vanity Fair - William Makepeace Thackeray - livro mencionado na introdução e nas notas.
Vilette - Charlotte Brontë - livro mencionado na introdução e nas notas. Também uma personagem: Lucy Snowe foi mencionada nas notas.
Wuthering Heights (O Monte dos Vendavais) - Emily Brontë - livro mencionado na introdução e nas notas.
Gulliver´s Travels - Jonathan Swift
La Ligue des Rats - La Fontaine (em Fábulas de La Fontaine)
Life of Burns - John Stuart Blackie - livro mencionado nas notas.
Lives of The Most Eminent English Poets - Samuel Johnson - livro mencionado por duas vezes nas notas.
Marmion - Walter Scott - Marmion foi mencionado no texto e nas notas, tendo sido também citado no texto o poema Norham Castle de Walter Scott que é parte integrante do livro Marmion:
"DAY set on Norham’s castled steep,
And Tweed’s fair river, broad and deep,
And Cheviot’s mountains lone:
The battled towers, the donjon keep,
The loop-hole grates where captives weep,
The flanking walls that round it sweep,
In yellow lustre shone."
MacBeth - William Shakespeare - foi mencionado e citado, no texto e nas notas: "After life´s fitful fever they sleep well"
Mansfield Park - Jane Austen (nas notas este título foi mencionado, bem como a seguinte referência a uma personagem: "Fanny´s Childhood in Mansfield Park")
Much Ado About Nothing (Muito Barulho por Nada) - William Shakespeare
Middlemarch - George Eliot - este título foi mencionado nas notas, bem como um dos seus personagens: Mr. Bulstrode
O Barba Azul - Charles Perrault
Os Bandoleiros - Friederich Schiller - Schiller foi mencionado, foram mencionados os personagens Franz e Daniel e também esta obra foi citada duas vezes:
"Da trat hervor einer, anzusehen wie die sternen nacht" e "Ich wäge die gedanken in der schale meines zornes und die werke mit dem gewitche meines Grimms"
Pamela - Samuel Richardson
Persuasion - Jane Austen (mencionado nas notas)
Portrait of an Age: Victorian England - G.M. Young (mencionado nas notas)
Pride and Prejudice - Jane Austen - livro mencionado na introdução.
Shirley - Charlotte Brontë (das notas: "Charlotte's Industrial Novel Shirley")
The Bleak House - Charles Dickens (O autor e Esther, a personagem principal desta obra foram mencionados nas notas)
The Corsair - Lord Byron - livro mencionado nas notas.
The Daisy Chain - Charlotte M. Yong - livro mencionado nas notas.
The Fool of Quality Or, The History of Henry Earl of Moreland - Henry Brooke
The Heir of Redclyffe - Charlotte M. Yong - livro mencionado nas notas.
The History of Rasselas, Prince of Abissinia - Samuel Johnson livro mencionado no texto e nas notas.
The Last Chronicle of Barset - Anthony Trollope - livro mencionado nas notas.
The Lay of The Last Ministrel - Walter Scott - esta obra de Walter Scott foi mencionada nas notas e também citada no texto:
"The air was mild, the dew was balm" |"Look to the river. Looked to the mills"
The Life of Charlotte Brontë - Elizabeth Gaskell - livro mencionado na introdução e nas notas.
The Life of Francis Place - Graham Wallas (obra mencionada nas notas)
The Life of Samuel Jackson, L.L.D - James Boswell - obra que foi mencionada nas notas.
The Moonstone - Wilkie Collins (mencionado nas notas)
The Pickwick Papers - Charles Dickens - obra mencionada nas notas.
The Professor - Charlotte Brontë - livro mencionado na introdução.
The Scornful Lady - Francis Beaumont and John Fletcher - houve uma referência a "Abigails" sendo Abigail o nome de uma heroína desta peça, senhora que representava o papel de criada de quarto (informação de nota de rodapé)
Vanity Fair - William Makepeace Thackeray - livro mencionado na introdução e nas notas.
Vilette - Charlotte Brontë - livro mencionado na introdução e nas notas. Também uma personagem: Lucy Snowe foi mencionada nas notas.
Wuthering Heights (O Monte dos Vendavais) - Emily Brontë - livro mencionado na introdução e nas notas.
Referências obtidas indirectamente:
No texto houve uma expressão que anotei por não ter entendido o seu significado "the vice of Demas". Após pesquisa aprendi que Demas foi um personagem bíblico, referido nas epístolas de S. Paulo. Terá sido um seguidor de Paulo que o terá abandonado e se terá afastado da igreja.
Nas epístolas está escrito:
"Porque Demas me desamparou, amando o presente século..."
o que pode significar que seu discípulo tenha se acovardado diante das duras perseguições promovidas pelo imperador Nero contra os cristãos ou então afastado-se dos mandamentos da vida cristã. (fonte: wikipédia em português)
Na wikipédia em inglês referem-se a outras duas referências a Demas na ficção para além desta que encontrei em Jane Eyre :
The Pilgrim´s Progress - John Bunyan (já se encontrava na nossa lista)
The Demas Revelation - Shane Johnson
Resolvi pois considerar estas duas referências encontradas desta forma indirecta.
o que pode significar que seu discípulo tenha se acovardado diante das duras perseguições promovidas pelo imperador Nero contra os cristãos ou então afastado-se dos mandamentos da vida cristã. (fonte: wikipédia em português)
Na wikipédia em inglês referem-se a outras duas referências a Demas na ficção para além desta que encontrei em Jane Eyre :
The Pilgrim´s Progress - John Bunyan (já se encontrava na nossa lista)
The Demas Revelation - Shane Johnson
Resolvi pois considerar estas duas referências encontradas desta forma indirecta.
Linked people...
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| Guy Fawkes |
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| The Death of General Wolfe by Benjamin West |
Linked poem...
Em Jane Eyre, Charlotte Brontë citou uma passagem deste poema:
Fallen is Thy Throne
by Sir Thomas Moore
FALLEN is thy throne, O Israel!
Silence is o’er thy plains;
Thy dwellings all lie desolate,
Thy children weep in chains.
Where are the dews that fed thee
On Etham’s barren shore?
| That fire from heaven which led thee
Now lights thy path no more.´
Lord! thou didst love Jerusalem,—
Once she was all thy own;
Her love thy fairest heritage,
Her power thy glory’s throne:
Till evil came, and blighted
Thy long-loved olive-tree;
And Salem’s shrines were lighted
For other gods than thee!
Then sunk the star of Solyma,—
Then passed her glory’s day,
Like heath that, in the wilderness,
The wild wind whirls away.
Silent and waste her bowers,
Where once the mighty trod,
And sunk those guilty towers,
While Baal reigned as god!
“Go,” said the Lord, “ye conquerors!
Steep in her blood your swords,
And raze to earth her battlements,
For they are not the Lord’s!
Till Zion’s mournful daughter
O’er kindred bones shall tread,
And Hinnom’s vale of slaughter
Shall hide but half her dead!
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